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Após fracassos, Google vai voltar às redes sociais

O grande desafio do Google para os próximos meses é se tornar mais eficiente na busca de recursos e ferramentas para a construção de redes sociais.

Como as pessoas passam mais tempo em redes sociais como o Facebook, onde grande parte dos dados compartilhados está fora dos limites dos motores de busca, o Google enfrenta o risco de perder a disputa pelo tempo dos usuários da web, bem como detalhes de suas vidas e, mais recentemente, publicidade. “O Google fez um monte de dinheiro ajudando as pessoas a tomar decisões utilizando motores de busca, porém mais e mais pessoas estão se voltando para as redes sociais para a mesma tarefa”, diz Charlene Li, fundadora da Altimeter Group, consultoria de pesquisa em tecnologia. “E quando as pessoas tomam decisões, há dinheiro envolvido.”

O gigante de buscas tentou criar componentes sociais, como o Buzz, serviço que oferece a usuários do Gmail a possibilidade de compartilhar atualizações de status, fotos e vídeos. Mas os esforços não se tornaram populares. A despeito disso, a companhia prepara nova empreitada, como adiantou Eric Schmidt, executivo-chefe do Google.

Embora os detalhes permaneçam obscuros, Schmidt e outros funcionários já esboçaram as grandes linhas do plano em entrevistas. Algumas das ferramentas, por exemplo, devem adicionar funcionalidade aos produtos existentes, como busca, e-mail, fotos, vídeos, mapas e anúncios. A empresa pretende “manter os principais produtos do Google e adicionar um componente social, para torná-los ainda melhores”, disse Schmidt.

Apesar dos esforços, algumas pessoas se perguntam se o Google entende o suficiente de conexões sociais para criar ferramentas que os usuários da internet queiram utilizar. “A cultura do Google é muito baseada no poder do algoritmo, e é muito difícil a um algoritmo fazer interação social”, dizem essas pessoas. A introdução do Buzz em fevereiro, por exemplo, causou uma onda de críticas de defensores da privacidade e de usuários, porque incluía automaticamente os contatos dos cadastrados do Gmail na rede. O gigante, então, alterou rapidamente o serviço e passou a sugerir amigos ao invés de conectá-los automaticamente. Antes do lançamento público do Buzz, ele fora testado apenas pelos funcionários da companhia.

“Há uma crença no Google de que seu DNA não é perfeitamente adequado para construir produtos sociais, que é um tema bastante controverso internamente”, revelou um ex-colaborador que atou com produtos sociais no Google e que só falou sob a condição de anonimato. “A parte social é mentalmente estranha aos engenheiros. Todos os pequenos detalhes são sutis e muitas vezes não são atendidos, especialmente por técnicos que cresceram numa empresa muito utilitária.”

O Google possui a rede social Orkut, que nunca decolou nos Estados Unidos, embora seja popular no Brasil e na Índia. Há também perfis no Google nos quais as pessoas conectadas ao LinkedIn e Twitter, por exemplo, podem ter perfis publicados por amigos em resultados de busca. Apenas uma pequena porcentagem de usuários do Google criaram esses perfis.

A popularização do Facebook é uma clara ameaça. Os sites do Google, incluindo o motor de busca e o YouTube, têm mais visitantes únicos que o Facebook. Mas em agosto, pela primeira vez, as pessoas gastaram mais tempo no Facebook do que em sites do Google, de acordo com a Score, empresa de análise da Web. Algumas pessoas estão começando a recorrer a seus amigos no Facebook para buscar informações que antes encontravam no Google, como recomendações sobre o melhor sushi ou babá.

Por meio de uma nova parceria com a Microsoft, um investidor do Facebook, os conteúdos favoritos de amigos de cadastrados na rede podem aparecer nos resultados de pesquisas do Bing, o motor de busca da Microsoft. O Facebook aumentou as vendas de anúncios com publicidade com imagem, que o Google imagina ser seu próximo grande negócio.

O Google montou uma equipe de engenheiros para trabalhar em redes sociais, liderados por dois executivos que estavam no Buzz – Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia responsável por aplicativos móveis, e Bradley Horowitz, vice-presidente de gerencimento de aplicativos do Google Apps. “O Google, como parte de nossa missão de organizar a informação do mundo, também precisa se organizar e fazer algo muito útil para que você veja as interações com seus amigos”, disse Gundotra.

A empresa também vai montar um quebra-cabeça de empresas de redes sociais, tecnologias e engenheiros. Comprou a Slide e a Jambool, que faz aplicações, produtos virtuais e moedas para redes sociais, e a Angstro, que construiu ferramentas para troca de informações entre serviços sociais. Este ano, comprou a Aadvark, em que usuários podem postar perguntas que são respondidas por indivíduos, e investiu na empresa de jogos Zynga.

Mas o novo projeto não vai incluir jogos, apesar de informações anteriores, disse uma fonte que trabalhou nos produtos. “O Google é um lugar muito sério”, disse Schmidt. “É difícil ver onde poderíamos acabar se virarmos um fonte importante de jogos e entretenimento. É muito provável que forneçamos infraestrutura para esse tipo de coisas.” O que quer que o Google faça, seus funcionários disseram, não será uma reprodução do Facebook. “Acho que há um cansaço de redes sociais”, disse Horowitz.

Fonte: Revista Veja /The New York Times

Por Josi Berti

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Infográfico 2010


Earth Day in the google

Ao entrarmos no Google hoje, nos deparamos com essa imagem…linda e conceitual! o dia da terra! “Earth day”. Ficamos muito felizes porque estamos prestes a lançar nosso novo portal de informações da OA e o tema é “o Elemento Terra”…aguardem! pois será muito legal a alusão que faremos!

P.s.: Mesmo trocando o tema, o abacate ainda estará presente 😉


Orkut perde e Twitter ganha no Brasil!

De acordo com a E-life e a InPress Porter Novelli, o Orkut não é mais a rede social número um no Brasil. Esse posto agora pertence ao Twitter, que é a rede em que os internautas brasileiros passam mais tempo. A empresa de pesquisas e monitoramento na internet comparou todas as ferramentas consideradas de mídia social.
O levantamento entrevistou quase 1300 pessoas, que afirmaram acessar o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra quatro a duas vezes o Orkut no mesmo período.

Segundo a pesquisa, 43% dos entrevistados acessam a internet via celular, através das redes 3G, WAP ou Wi-Fi.

Apesar de estar em segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut é a rede social com mais cadastrados no Brasil, já que 89,6% dos entrevistados afirmaram ter conta no Orkut. Em seguida vem o Twitter, com 80,1%; a terceira posição ficou com o YouTube, com 79,6% e apenas 57,6% dos entrevistados têm conta no Facebook.

O estudo apontou que, para os entrevistados, cada mídia social tem uma função definida na rotina dos usuários. Para 70% dos participantes, o Twitter é fonte de notícias. Já o Orkut serve para obter contato com amigos, de acordo com 86% das pessoas ouvidas, enquanto que o YouTube é usado para passatempo e diversão pó 89,6%.

De acordo com Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante pelo fato de várias empresas usarem abordagens semelhantes para redes sociais, mas é provável que uma única estratégia não funcione para todas elas. ”As redes são usadas para finalidades muito diferentes, e não uma abordagem para cobrir tudo”, completa o executivo.

Via Blog Zero e Uns


Google Social Search

O Google anunciou hoje o lançamento do seu buscador  de mídia social, o Google Social Search.  A nova ferramenta é baseada no conteúdo relevante do círculo de amigos do usuário, ou seja, somente os resultados dessas pessoas são exibidos.

O perfil do usuário é empregado no sistema de busca. Para isso, o Google se utiliza dos perfis nas redes sociais, os contatos do Gmail, no Google Chat e feeds no Google Reader.

Lançado ainda como experiência, o Google Social Search solicita ao usuário dar um retorno sobre a ferramenta. Criado com o intuito de captar resultados específicos na busca do internauta, o Google Social Search só pode ser utilizado por pessoas que possuem conta no portal.

Só esperar pra ver!

Fonte: IDG now!


Marketing eficiente!

A otimização de sites para buscadores como o Google (SEO) é a forma mais eficiente de Marketing na Internet para conversão em vendas, aponta um estudo da Forbes com 161 profissionais de Marketing nos Estados Unidos. Entre aqueles com verba acima de US$ 1 milhão – 49 executivos-, 53% afirmam que esse é o melhor método para gerar conversões em vendas na internet. Considerando toda a base ouvida, foram 48%. Ainda levando em conta todos os entrevistados, 46% vêem também no E-Mail Marketing e Newsletter uma ação de Marketing Digital com alto ROI (retorno sobre o investimento). Em seguida, vêm anúncios pay-per-clicik (onde os anunciantes pagam proporcionalmente ao número de pessoas que clicam no anúncio). Quando o assunto é melhorar a percepção de uma marca, no entanto, um patrocínio a um site foi a opção escolhida por 43% dos executivos, enquanto essa categoria foi a quinta mais votada quando a questão envolvia conversões em vendas (com 20%). A otimização de sites vem em seguida, com 32%, e o E-mail e Newsletter em terceiro, com 30%.

Mundo do Marketing: Publicado em 15/06/2009